Potência muscular é a combinação entre a velocidade e força:quanto maior a força ou a velocidade de execução,maior será a potência gerada.Por consenso no caso o praticante realize outro trabalho(objetivo)na mesma sessão de treinamneto,o de potência deve ser colocado no início da sessão.>isso permite que o tleta possa empregar a potência máximaantes de entrar em fadiga,mas não significa que seja a única forma correta. sábado, 8 de setembro de 2007
POTÊNCIA MUSCULAR
Potência muscular é a combinação entre a velocidade e força:quanto maior a força ou a velocidade de execução,maior será a potência gerada.Por consenso no caso o praticante realize outro trabalho(objetivo)na mesma sessão de treinamneto,o de potência deve ser colocado no início da sessão.>isso permite que o tleta possa empregar a potência máximaantes de entrar em fadiga,mas não significa que seja a única forma correta. FORÇA MUSCULAR MÁIMA OU PURA


domingo, 2 de setembro de 2007
HIPERTROFIA MUSCULAR



Destes fatores é possível controlarmos ao menos três: Estilo de Vida, Dieta e Exercícios.Ao invés de tentar adivinhar a melhor combinação destes fatores para seus objetivos, buscar a ajuda de profissionais habilitados irá economizar seu tempo, dinheiro e energia e irá
sábado, 1 de setembro de 2007
Diabetes tipo II e exercícios físicos!



De acordo com o Colégio Americano de Medicina Esportiva - ACMS (1996), os diabéticos em geral podem participar dos mesmos tipos de exercícios que os não diabéticos para o seu treinamento físico, 5 a 7 vezes por semana. Entretanto devido a grande variabilidade individual no estado de controle e na resposta apresentada pelo paciente do exercício, é fundamental que o programa de condicionamento físico para esses tenha uma prescrição individualizada, possibilitando a aquisição saudável e segura dos seus benefícios (Benetti, 1996).
Para Balke (1978), a prescrição adequada de um programa de exercício físico segue determinada seqüência: o tipo de atividade a ser recomendada; Individualidade biológica; Adaptação; Intensidade, duração e freqüência das sessões de exercício físico; Motivação para o comparecimento regular; Reavaliação periódica.
Para os DMID, o treinamento deve ser realizado diariamente, pelo fato de auxiliar na manutenção do padrão dieta - insulina regular, 20 a 30m, monitorando os níveis de glicemia antes e depois do exercício.
Para os DMIND, a maior freqüência do treinamento (de moderada intensidade e baixo impacto), auxilia no controle do peso e no tratamento do diabetes (Pollock e Wilmore, 1993), tendo duração de 40 a 60 minutos, suficiente para um gasto de 200 a 300 kcal / sessão (Costa e Netto, 1992; Forjaz et al, 1998), em uma intensidade de 40 a 65% do VO2 máxima, devido a sua freqüência e duração serem altos (Benetti, 1996). De acordo com Leon et al (1984), para diminuir os riscos de problemas músculo-esqueléticos, os primeiros estágios devem ser de curta duração e gradualmente progressivos. Efeitos do exercício físico no diabetes Tipo II (DMNID)
A fisiopatologia DMIND caracteriza-se basicamente pela diminuição da sensibilidade do organismo à insulina, ocorrendo predominantemente na musculatura esquelética, refletindo na diminuição do metabolismo não oxidativo da glicose (Forjaz et al., 1998).
O exercício moderado pode melhorar a hemoglobina glicosilada e a secreção de insulina, e esses efeitos podem ocorrer independentemente da manutenção ou não da massa corporal. Isto pode sugerir que esses efeitos benéficos não são necessariamente relatados para o treinamento, mas refletem bastante no complemento do efeito do aumento da sensibilidade à insulina após cada sessão de exercício (Uranic e Wasserman, 1990).
As maiorias dos estudos demonstram melhora em pacientes diabéticos que se exercitam regularmente, acreditando ser primeiramente devido a potencialização da ação insulínica na musculatura esquelética. O exercício ao aumentar a sensibilidade à insulina em DMIND, auxilia no controle do estado glicêmico desses pacientes, devendo portanto, ser incluído no tratamento dessa doença. O padrão periférico é caracterizado por um maior depósito de gordura nas extremidades, principalmente nas regiões do quadril, glúteo e coxa superior, já o padrão centrípeto é definido por uma maior quantidade de gordura nas regiões do tronco, principalmente abdome. Alguns estudos constatam que mulheres obesas com excessiva quantidade de gordura na região abdominal, apresentam risco relativo de diabetes 10 vezes maior que as não obesas com acúmulo de gordura periférica (Guedes, 1998).
De acordo com Pollock & Wilmore (1993), em indivíduos obesos, parece ocorrer um aumento na secreção de insulina, acima de 100 a 200% das taxas normais e, ainda assim, uma deficiência relativa deste hormônio, tal como indicado pela glicemia elevada. À medida que o indivíduo vai se tornando obeso, ocorre uma redução no número de receptores de insulina, uma redução da sensibilidade à insulina, ou até mesmo as duas coisas (Guedes, 1998). Isto conseqüentemente geraria uma superprodução deste hormônio, numa tentativa de controlar os níveis glicêmicos (Pollock e Wilmore, 1993).
Para Martins (1998), a redução da massa corporal juntamente com o exercício físico pode ser considerada prioridade no método terapêutico para o tratamento do diabetes tipo II. Vários estudos foram apresentados envolvendo o treinamento físico e diabéticos tipo I, porém os resultados não são semelhantes. Um estudo elaborado por Soman, Koivisto, Deibert, Felig e De Fronzo apud Martins (1998), não demonstraram alterações nos níveis glicêmicos de jejum, após treinamento físico. Wallberg - Henriksson et al apud Martins (1998), demonstrou em um estudo que durante 16 semanas de treinamento físico, envolvendo 1 hora de corrida, ginástica, 3 vezes por semana, não alterou o controle da glicemia. Já outros autores encontraram resultados diferentes, como Campaingne, Gillian, Spencer, Lampman apud Martins (1998), demonstrando uma redução nos níveis glicêmicos em jejum em pacientes mais jovens do tipo I.
De acordo com Forjaz et al. (1998), não existem evidências definitivas que suportem os efeitos benéficos do treinamento físico no controle glicêmico dos diabéticos tipo I. Zinman e colaboradores apud Forjaz et al (1998), observaram que o treinamento aeróbico não modifica os níveis glicêmicos, a hemoglobina glicada ou a dose de insulina em indivíduos diabéticos do tipo I.
Já num estudo realizado por Forjaz et al (1998), verificou-se que o exercício regular diminuía a necessidade diária de insulina exógena dos pacientes diabéticos do tipo I. O tipo de insulina usada, o local da injeção, o tempo entre as injeções de insulina, o início dos exercícios e o tempo entre o exercício e a última refeição são importantes variáveis, na determinação da resposta metabólica aos exercícios, nos pacientes com diabetes do tipo I (Martins, 1998).
Para Netto (2000), os diferentes resultados encontrados podem estar relacionados às características individuais, assim como a freqüência e a intensidade do programa de exercício realizado. Embora não existam evidências definitivas de que o treinamento físico, por si só, melhore o controle glicêmico do indivíduo diabético do tipo I, ele auxilia efetivamente no controle de outras patologias associadas ao diabetes.
Num estudo de Forjaz et al (1998), foi observado que uma sessão de exercício físico intenso até a exaustão em indivíduos obesos resistentes à insulina, eleva significativamente a responsividade à insulina, aumentando, principalmente, o metabolismo não-oxidativo da glicose. Braun e colaboradores apud Forjaz et al (1998), observaram, em diabéticos tipo II, que tanto o exercício leve como o moderado aumentava a sensibilidade à insulina.
Cuidados: A prática de exercícios físicos só é recomendada quando os níveis circulantes de glicose no sangue são mantidos sob controle mediante o uso de insulina e de dieta adequada. Caso isso não ocorra, á risco de levar o indivíduo diabético a um estado de hipoglicemia (Guedes:1995). É importante ser informado sob efeitos provocados pelos medicamentos utilizados pelo indivíduo. Os pacientes que ingerem simultaneamente insulina e agentes betabloqueadores, podem mascarar os sintomas de hipoglicemia e de elevação da freqüência cardíaca.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Alongamento
Benefícios* Reduz as tensões musculares e induz o corpo ao relaxamento.* Previne lesões (distensões musculares, entorses).* Melhora a postura e o esquema corporal.* Ativa a circulação.* Reduz a ansiedade, estresse e a fadiga.* Melhora a atenção.* Previne dores.
Respirar suavemente.Alongar os músculos de forma lenta e calma.Procurar manter uma boa postura.Manter cada alongamento por 10 a 15 segundos.
Errado
Fazer os exercícios apressadamente.Alongar os músculos de forma abrupta ou dando solavancos.Alongar até sentir dor.Prender a respiração enquanto alonga.
A massagem não tem uma ação corretiva sobre as disfunções postural e mecânica que causam a dor. Dores nas costas devem ser tratadas com fisioterapia
Esses exercícios de alongamento podem ser executados no trabalho, nos momentos de "descanso". Eles ajudam a evitar ou minimizar os efeitos das dores lombares causadas pelas posições inadequadas que adotamos na execução das rotinas de trabalho. Além disto ainda, estamos sujeitos às lesões por esforços repetitivos (LER) que podem ser causadas por qualquer atividade repetitiva. Então, não custa observar e aprender a trabalhar de maneira mais adequada e confortável. É importante fazer deles uma rotina.
As sugestões abaixo devem ser repetidas no mínimo três vezes por dia. Permaneça alguns segundos em cada posição.
Coluna cervical
Alongue o pescoço para frente, para trás e para os lados. Faça uma rotação completa do pescoço sobre os ombros de forma lenta e o mais acentuado possível, num sentido e depois no outro.

Separe as duas pernas, flexione levemente os joelhos e solte o corpo para frente. Relaxe os ombros, procurando chegar com as mãos o mais próximo possível do chão. Volte à posição inicial endireitando o corpo, vértebra por vértebra
. domingo, 5 de agosto de 2007
TREINAMENTO COM PESOS E CARDIOPATAS


ESTUDOS COM CARDIOPATAS CONFIRMAM A SEGURANÇA DO TREINAMENTO COM PESOS
Dr. José Maria Santarém
domingo, 15 de julho de 2007
A VERDADE SOBRE CELULITE!

Hidrolipodistrofia ginóide(nome cientifico para a nfa mosa"celulite") é a disfunção que ocorre no tecido adiposo, mal oxigenado, resultante de um mal-funcionamento do sistema circulatório.
Acontece a formação de traves fibróticas (gordura e líquido orgânico) que ligam a pele diretamente ao tecido subcutâneo. Antes de mais nada, é fundamental saber que a celulite é um depósito de células gordurosas, cheias de água e toxinas. Como uma esponja, essas células retêm água inchando e desinchando. As toxinas devem ser eliminadas das células pela circulação sangüínea e do corpo pelos processos normais tais com: transpiração, urina ou excreção mas, um ou mais desses sistemas de eliminação pode não funcionar direito e o resultado a gente já conhece. "É uma afecção benigna, crônica que acomete parte inferior do tronco, quadris e coxas, e tem como causas":
desequilíbrio hormonal (estrógeno)
circulação sanguïnea comprometida
desequilíbrio metabolico
alterações imunológicas
fatores genético
sedentarismo
alimentação desregrada
retenção de toxinas e estresse .
Apresenta os poros foliculares pilosos cercados por zonas edemaciadas. A zona deprimida é a pele normal. A zona elevada é a pele que está alterada. A superfície está coberta por covinhas cercadas por zonas elevadas, tendo aspecto de lóbulos ou cordões.
São fatores agravantes:
alimentação inadequada
sedentarismo
transtornos ortopédicos
lordose exagerada
disfunção hepática
disfunção intestinal
excesso de bebida alcoólica
disfunção hormonal
tabagismo
obesidade
Apresenta-se em 4 estágios ou graus
Grau I
nódulos pouco visíveis. So notados na apalpação e pinçamento
indolor
satisfação nos resultados dos tratamentos
Grau II
ondulações visíveis
aumento do edema
tamanhos dos nódulos diferenciados
sensibilidade ao toque
Grau III
nódulos maiores e disformes
aspecto de casca de laranja
sensibilidade aumentada
resltados nos tratamentos menos satisfatórios
Grau IV
fase de esclerose
surgem os macronódulos
os resultados dos tratamentos neste estágio são pouco satisfatórios
não há mais reversão
Para chegar-se a um diagnóstico preciso utiliza-se a placa de termografia que mostra em que gráu está a lipodistrofia. (Fialho,Isis2006 )
Exercícios físicos praticados regularmente são de grande valia, pois ajudam no consumo da energia armazenada na forma de gordura (triglicerídios) nos tecidos adiposos reduzindo seu volume, estimulando a circulação sanguínea (oxigenação dos tecidos) e linfática.
Não existe, pelo menos até agora, pesquisas científicas conclusivas indicando um tratamento eficaz de redução (hipoplasia) ou eliminação das células gordurosas hiperplasiadas. Um regime rigoroso e bem controlado apenas vão desinchar as células gordurosas que estarão lá, famintas e prontas para crescer de novo. Também não se sabe se a utilização de meios cirúrgicos para redução da hipercelularidade seria a solução. Pois, segundo a teoria do "set point", o organismo tende a repor a "perda". Na minha opinião particular tem sido dado um enfoque distorcido à lipoaspiração. Ou seja, a galera pensa que "entrar na faca" resolve todos os problemas da balança e da celulite, é mole? É. Por enquanto, a melhor solução ainda é associar controle alimentar com qualquer uma atividade física. Bom, se isso serve de consolo... até as modelos tem celulite
Existem vários tratamentos e promessas... mesoterapia, eletrolipoforese, lipoaspiração, massagens diversas, eletroestimulação, bandagens, cremes e etc. Nenhuma pode sozinha fazer milagre, nem mesmo o exercício... e, até sobre isso também "rola" muita crendice. Por exemplo: fazer Ginástica Localizada com exercícios "só" para uma região cheia de celulite não acaba com elas. Localizados desenvolvem o grupo muscular trabalhado e o metabolismo das gorduras funciona de modo global interferindo no percentual de gordura do corpo por inteiro. Não dá para tirar daqui e botar ali. Quem descobrir isso fica rico
Em princípio, os aeróbios são os mais indicados porque facilitam a retirada mais rápida do lixo metabólico das células. A hidratação, os exercícios e a dieta sozinhas não resolvem. Melhor ainda com orientação profissional atuando em parceria: médico, nutricionista e profissional de Educação Física.
Junto com um bom programa de exercícios, é preciso fazer, não propriamente uma dieta mas, uma reeducação alimentar e boa hidratação a fim de facilitar o corpo eliminar as toxinas e a retirada do lixo metabólico. Entretanto, beber água demais também não é bom porque pode-se começar a perder eletrólitos, daí a importância de acompanhar a cor da urina. Estando clara é sinal de hidratação bem feita.
Alem de estar praticando exercícios e seguindo uma boa alimentação com restrição calórica,evitar tmb alimentos indutrializados,como refrigerantes,enlatados..e tal..deve-se tmb moderar o consumo de sal,devido a retenção líquida que este provoca,e se quiseres tentar algum tratamento estetico que funcione,o unico que ainda tem algum efeito é a drenagem linfatica,pq esta tira a retenção hidrica,"desinchando sim a celulite"mas não que vai tirar..lembre-se disso!o resto das promessas podem crer..não sou só eu que estou dizendo..são pesquisas cientificas e de pois de conversar com muitos dermatologistas e cirurgioes plasticos sérios,me afirmaram também.."carboxia,bandagem,e enfim é BALELA..só para tirarem seu dinheiro!nada é tão facil assim!se fosse!não teriam tantas pessoas ricas e famosas ..cheias de celulite..não é?